
Summary
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Eu gostaria de iniciar este artigo esclarecendo que não sou um avaliador, mas sou partidário da avaliação. Acredito ter duas funções aqui: levantar alguns temas que tornam a avaliação essencial e então sugerir algumas abordagens para esses temas que têm implicações tanto para a prática quanto para a avaliação. O pano de fundo dos meus comentários é uma preocupação crescente que eu denomino “temas críticos” da justiça restaurativa. Barb Toews e eu escrevemos um livro em que definimos temas críticos da seguinte forma: “Temas críticos são questões, forças ou rumos que afetam a integridade ou rumo geral da área – incluindo lacunas na teoria ou na prática e também maneiras em que a justiça restaurativa corre o risco de desviar-se ou deixar de cumprir o seu propósito original. O termo ‘crítico’ indica que esses temas são cruciais à área, mas implica também uma posição crítica em relação a ela” (2004; p. ix). (extracto)
Link: http://www.mj.gov.br/reforma/pdf/publicacoes/governanca.pdf
